Estética do Performativo

A abolição de fronteiras entre as várias artes a partir dos anos 60 do século XX pode ser definida como uma viragem performativa. Os artistas, ao invés de criarem obras de arte, passam a produzir, cada vez mais, acontecimentos, que envolvem os espectadores e instabilizam as fronteiras entre sujeito/objecto e significante/significado.

Ao analisar a especificidade desta viragem, Erika Fischer-Lichte propõe uma nova abordagem estética, apoiando as suas reflexões nas obras de Marina Abramovic, Joseph Beuys, Richard Schechner, John Cage e Hermann Nitsch, entre outros artistas.

Originalmente publicado em 2004, Estética do Performativo influenciou decisivamente os estudos das artes performativas contemporâneas.

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